Uma das complicações de se ter uma plataforma aberta, como o Android, é o número crescente de aplicativos considerados malwares. Se você não sabe o que é, “malware” vem do inglês ”malicious software”. Por definição, trata-se de um aplicativo criado para se infiltrar em um sistema de computador alheio (neste caso, smartphones ou tablets) de forma ilícita, com o intuito de causar algum dano ou roubo de informações. Para deixar mais claro, vírus de computador, worms, cavalos de troia e spywares são considerados tipos de malware.
Você poderia pensar que no caso do Android esta definição não se aplicaria, pois você instala o programa por livre e espontânea vontade. Mas também pode ser considerada malware uma aplicação legal, publicada no Market, que por uma falha de programação (intencional ou não) execute funções diferentes das esperadas.
Uma pesquisa da “Juniper Networks” apontou que o número de malwares para Android cresceu 472% desde julho deste ano. 472% em apenas 6 meses! A falta de crivo para publicação de aplicativos no Android Market sempre foi um ponto muito criticado pelos desenvolvedores mais experientes e agora também por parte dos usuários do sistema.
Milhares de novos aplicativos inundam o Market a cada mês, mas você consegue dizer quantos deles são realmente úteis?








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